31 de jan de 2012

Enfrentar os meios de comunicação de massa é o objetivo de líder do MST


Fonte comunique-se

A participação do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, na Assembleia dos Movimentos Sociais, no Fórum Social, começou com o pedido de um minuto de silêncio em respeito a Egídio Brunetto e do jornalista Paulo Schilling, um dos fundadores do PT, mortos no ano passado.

Economista por formação e militante do MST, Stédile afirmou que o sistema capitalista rejuvenesceu com as crises econômicas anteriores e apontou os principais desafios para combater a atual situação. Para ele, o mais importante é tirar as massas da apatia, superando o medo dos trabalhadores e inserindo parcelas da juventude que protesta, mas que estão deslocadas do mundo da produção.
Stédile afirmou, no evento realizado na última semana, que combater os grandes veículos de comunicação é fundamental para a questão seja resolvida. "A burguesia no mundo controla as massas pela televisão. A esquerda não está na televisão".

O militante ressaltou que, para ele, a maior luta é conta os capitalistas e as redes de TV. "Fazer a disputa ideológica, enfrentar os meios de comunicação de massa indo além das lutas locais, importantes para resolver problemas imediatos. A conjuntura nos exige que consigamos construir lutas comuns, de massa, contra os mesmos inimigos: capitalistas e as redes de TV".
Stedile
João Pedro Stédile afirma que enfrentar os meios de comunicação de massa é o objetivo do MST.

26 de jan de 2012

Renegociar dívidas é o primeiro passo para enfrentar as novas contas de início de ano, segundo o Serasa Experian


Organizar pagamentos em atraso deve ser prioridade, mesmo diante dos novos boletos que se acumulam nesta época


Serasa Experian
Encarar as contas típicas dos primeiros meses do ano – IPVA, IPTU, material escolar, matrículas, além do extrato do cartão de crédito, geralmente recheado com as compras de Natal – não é simples quando o 13º salário pode ser apenas uma vaga lembrança na conta corrente. Mas a situação pode se tornar ainda mais complicada se, além de todos esses cifrões, o consumidor ainda carrega o peso de dívidas não honradas em 2011.
A orientação da Serasa Experian é tentar uma conformidade junto aos credores. Pelo Código de Defesa do Consumidor, ao ter uma dívida renegociada, a pessoa já tem seu nome retirado da lista de inadimplentes. "Em tempos de Cadastro Positivo, o procedimento permite que este consumidor não só reabilite seu crédito como também comece a construir seu histórico positivo", lembra o economista da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida.
O primeiro passo é listar as dívidas e identificá-las. O procedimento é importante porque algumas companhias descentralizam o serviço de cobrança, fazendo com que o cliente receba contatos de empresas diferentes sobre uma única conta em aberto. Em seguida o consumidor deve avaliar as propostas do acordo, levando em consideração o número de parcelas e (ou) descontos oferecidos. "Porém, o mais importante é saber se as novas dívidas que serão assumidas cabem no orçamento", enfatiza o economista. "Isso porque renegociar uma conta já renegociada pode não ser tão simples."
Segundo o economista da Serasa Experian, o cliente não precisa aceitar a primeira proposta de pagamento apresentada pelo credor. "O consumidor deve fazer suas contas e apresentar contrapropostas realistas. Essa transparência será bem recebida por quem está cobrando." Carlos Henrique de Almeida aponta que geralmente o brasileiro se sente constrangido em renogociar dívidas. "Mas é o procedimento correto. É a maneira mais viável de se reabilitar perante a economia e reingressar pela porta da frente no mercado de consumo".
Organizar pagamentos em atraso deve ser prioridade, mesmo diante dos novos boletos que se acumulam nesta época (Imagem: Thinkstock)

Passo a passo para a renegociação de dívidas
 - Levante as dívidas (contas) em atraso.
 - Separe por credor (por loja, por cartão de crédito, por banco).
 - Verifique o valor devido em cada uma.
 - Ponha em uma planilha as contas por credor e os respectivos valores em atraso.
 - Separe as cartas das empresas de cobrança ou da empresa credora por dívida.
 - Atenção, muitas vezes uma, duas ou mais empresas de cobrança cobram a mesma dívida.
 - Cruze as cartas de cobrança recebidas com o valor devido, algumas inclusive já oferecem uma proposta de negociação, com o último valor que você tem anotado em sua planilha.
 - Monte sua proposta de negociação para cada credor, pensando no que cabe em seu orçamento.
 - Use sinceridade com cada credor. Fale sobre os motivos que o levaram à inadimplência ou ao descontrole financeiro.
10º - Não se sinta constrangido por isso. A renegociação de dívidas é um ato que mostra que você tem interesse pagar o que deve. Muitos bancos já a disponibilizam em sites na internet.
11º - Na renegociação, chegue a um ponto comum sobre os valores atualizados da dívida com os credores ou seus representantes.
12º - Faça uma renegociação realista, um plano de pagamento que você possa pagar, porque renegociar novamente vai ficando cada vez mais difícil.
13º - Procure renegociar suas dívidas em prazos mais curtos e evite assumir novas compras a prazo neste período. Assim, você faz um sacrifício maior em tempo menor.
14º - Valorize e cumpra a renegociação realizada, pois ela é o único caminho para a solução de seus problemas financeiros.
15º - Com o cadastro positivo, sua reputação no crédito vale muito. Seja responsável financeiramente. 
Siga-me no twitter: @JoseArdonio

Empresas trocam o tradicional currículo pelo Twitter ou Facebook do candidato


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br 

Para algumas companhias, vídeos interativos e perfis em redes sociais já mostram mais sobre os interesses e reais habilidades das pessoas

25 de Janeiro de 2012 | 14:47h


Reprodução
Vaga de emprego
A era digital também chegou aos processos de seleção de candidatos a vagas de empregos. A Union Square Ventures, companhia de capital de riscos e investidora de grandes nomes do mundo online como Twitter, Foursquare e Zynga, já exigem que o candidato envie perfis no Twitter e Tumblr, junto de um vídeo demonstrando o interesse na posição, ao invés do antigo currículo.

Em uma matéria do jornal norte-americano The Wall Street Journal, a empresa afirma que esse processo seleciona os melhores candidatos, principalmente para eles, que são altamente envolvidos com internet e redes sociais.

Outros meios, como o LinkedIn, vídeos e até questionários online também são novas formas escolhidas para seleção de candidatos. Para Christina Cacioppo, associada da Union Square, os currículos não dizem muito sobre os candidatos: "Estamos mais interessados em como as pessoas são, com o que elas gostam de trabalhar e como elas pensam", diz.

Além de questões normais sobre o emprego, as empresas também estão querendo saber "Como é o emprego dos sonhos" ou "Qual foi o melhor trabalho que você já teve". Já a empresa IGN Entertainment Inc., de games e mídias, criou um programa chamado Code Foo, onde os participantes jogam e aprendem ao mesmo tempo. Ao invés de currículos, neste caso a empresa criou uma série de desafios em seu site e até pede vídeos demonstrando a paixão por jogos dos candidatos.

Para Todd Carlisle, diretor do Google, informações como experiências anteriores, hobbies, atividades extracurriculares, como pintar casas ou fazer uma tour com uma banda de punk rock, ajudam a mostrar como o candidato se encaixaria na cultura da companhia.

E, você, gosta da ideia ou é mais antiquado e prefere o bom e velho currículo? Deixe sua opinião nos comentários.

22 de jan de 2012

Nota Oficial da Direção Nacional do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL): Parem a desocupação do #Pinheirinho!



Na manhã deste domingo, 22 de janeiro, a Polícia Militar deu cumprimento à decisão da Justiça de São Paulo e iniciou a desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, onde vivem mais de 6 mil pessoas. A operação da PM, legitimada pelo Tribunal de Justiça, ignora uma decisão liminar do Tribunal Regional Federal, que havia determinado a paralisação da ação. A presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo, no entanto, ordenou sua continuidade.
Diante do claro conflito jurídico instalado, o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) apela para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) se posicione rapidamente e impeça que esta violência continue. O direito à propriedade não pode estar acima do direito à vida desta população, sobretudo num momento em que há uma negociação em curso, envolvendo os governos municipal, estadual e federal, os poderes legislativos estadual e federal, a massa falida da Selecta e o próprio Tribunal de Justiça.
Uma vez mais, os interesses da especulação imobiliária estão falando mais alto, numa clara violação do direito à moradia daquela população, que simplesmente não tem para onde ir. É uma vergonha, que depois de oito anos, a Prefeitura de São José dos Campos, privilegiando interesses do mercado imobiliário e de nomes como Naji Nahas, e o governo estadual, que poderia suspender a ação da PM e afirmar a necessidade da continudade da negociação, como prometeu, prefiram que o povo sofra violências e perdas de direitos com a ação da polícia militar.
Neste momento, em que a desocupação está em curso e que os moradores denunciam todos os tipos de agressão, é necessária uma intervenção imediata da Justiça e do governo federal, que também demorou para agir diante da iminência deste conflito. É preciso afirmar que os governos municipal, estadual e federal e a Justiça serão os responsáveis pela ocorrência de mortos e feridos durante a operação, e também por violar o direito à moradia de milhares de brasileiros e brasileiras.
O PSOL reafirma seu compromisso com o povo do Pinheirinho, se somando às vozes que, no país inteiro, entendem que esta é uma questão social, que não deve ser tratada com ação policial. Pedimos justiça, o fim da repressão ao moradores e a paralisação da desocupação do Pinheirinho.
Direção Nacional do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
22 de janeiro de 2012

Estampa de almofada em comercial do Itaú gera discussão


19 de janeiro de 2012 • 07h40 •  atualizado 07h59

Vídeo orignal sofreu alterações para ser usado como anúncio do Itaú Unibanco
Vídeo orignal sofreu alterações para ser usado como anúncio do Itaú Unibanco
Foto: Reprodução

O anúncio do Itaú Unibanco para TV, que fala sobre o uso da internet para acesso do extrato em vez de recebe-lo em papel, por carta, causou discussão na internet. A peça, que mostra uma criança dando gargalhadas, enquanto uma pessoa (da qual aparecem apenas as mãos) rasga uma folha de papel, deixa à mostra uma almofada cuja estampa tem um desenho similar ao de uma folha de maconha.
O fato gerou comentários no Twitter. Na versão original (o vídeo não foi produzido especificamente para a campanha publicitária, mas foi feita uma adaptação de um da internet), a almofada com a estampa aparece - assim como no vídeo postado pela instituição financeira na internet. Contudo, na propaganda da TV, a estampa da almofada já é outra.
O vídeo orignal na internet já foi visto por cerca de 35 milhões de pessoas e sofreu algumas alterações para ser usado como anúncio do Itaú Unibanco. A cor do macacão usado pela criança foi trocada para o laranja, símbolo da instituição financeira. Já uma toalha verde que aparece em cima da almofada, ficou azul. No entanto, a estampa com a folha da maconha - na versão da internet - permaneceu.
No Twitter, alguns internautas comentaram sobre a intenção ou não de manter a imagem atrás da cena principal. "É como aquele gol esquisito que a gente nunca vai saber se foi intencional", disse o internauta Franklin Costa. Outros afirmavam a intenção do banco em passar uma mensagem subliminar. "O Itaú pegou o vídeo do Youtube, tratou a roupa do bebê para ficar laranja, mas esqueceu de apagar a maconha. Esqueceu?" indagou Fabio Embu. O Itaú Unibanco não comentou se a propaganda na TV foi trocada.

4 de jan de 2012

A tentação de sentir-se poderoso



04.01.2012 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 

A tentação de sentir-se poderoso. 16218.jpegPoucos escapam dessa armadilha. Por circularem na companhia de figuras públicas, freqüentarem ambientes onde são tomadas decisões e publicarem o que viram ou ouviram falar de importante, jornalistas imaginam que têm poder ou que fazem parte do poder.

Têm poder até o momento em que são despedidos. Fazem parte do poder se concordam em servir aos que de fato o detêm.
Os donos de jornal e dos demais meios de comunicação, estes sim, são poderosos. Porque não podem ser despedidos - no máximo, quebram. E porque a mídia é cada vez mais poderosa no mundo. Sem ela não se governa. Sem ela não se ganham guerras. Sem ela não se fazem negócios.
O poder do jornalista é relativo, ocasional e temporário.
Nunca me encantei com o poder. Mas pensei que tivesse adquirido algum quando me tornei titular em 1989 da coluna diária "Coisas da Política", no Jornal do Brasil. Nos dois anos anteriores, havia sido o interino da "Coluna do Castelo", escrita pelo jornalista Carlos Castelo Branco, o Castelinho.
O presidente do jornal, Manoel Francisco do Nascimento Brito, me dissera mais de uma vez que um dia eu sucederia Castelinho porque o colunista sofria de câncer e precisava se aposentar para enfrentar a doença.
Escrevi a coluna "Coisas da Política" com ampla liberdade, contando tudo que conseguia apurar e dizendo tudo que achava que devia dizer. Aquele foi o ano da sucessão do presidente José Sarney. E do surgimento do fenômeno eleitoral chamado Fernando Collor de Melo.
Bati forte em Collor porque sabia que ele era uma farsa. Como de resto o sabia a maioria dos jornalistas que cobriam política no eixo Brasília - Rio - São Paulo.
A coluna se tornou o espaço mais lido das páginas de política do jornal. Mas nem isto impediu que eu acabasse demitido por telefone cinco dias depois da eleição de Collor.
Jamais me disseram porque fui demitido. Como colunista político, tive um funeral de luxo.
Recebi telefonemas de solidariedade do presidente Sarney, de ministros de Estado, do deputado Ulysses Guimarães, presidente do PMDB, de Lula, do então governador Leonel Brizola e de empresários de peso. Colegas assinaram manifestos em protesto contra minha demissão.
Soube que leitores antigos do jornal cancelaram sua assinatura. Brizola me enviou um emissário com o convite para ser candidato do PDT a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Agradeci, mas não aceitei. Fui paraninfo de turmas de jornalismo em universidades do Rio e de Brasília.
Uma editora carioca reuniu as colunas que escrevi e publicou-as com o título de O Céu dos Favoritos. O lançamento do livro, no Rio, provocou engarrafamento de trânsito. Autografei cerca de 800 exemplares.
Compareceram todos os candidatos ao governo do Rio nas eleições do ano seguinte, escritores conhecidos como Antônio Callado, Millôr Fernandes, Roberto Campos e Barbosa Lima Sobrinho, alguns generais da reserva, muitos estudantes e donas-de-casa, e até a cantora Eliana Pitmann.
Passou por lá um tal de Bussunda. Pelo menos foi esse o nome que ele me deu quando autografei seu exemplar do livro. Desconfio até hoje que escrevi errado o nome dele na hora do autógrafo.
Nenhum jornal ou revista me ofereceu emprego depois que fui demitido. Passei os três anos seguintes como funcionário da Propeg, agência de publicidade baiana onde tinha amigos. No Natal de 1990, o único cartão de Boas Festas que recebi tinha a assinatura do deputado federal Osvaldo Coelho, do PFL de Pernambuco. Acompanhou o cartão um doce melão colhido às margens do rio São Francisco, na fronteira de Pernambuco com a Bahia.

Deu na coluna do NOBLAT   29-12-2011

2 de jan de 2012

Li no Twitter que Fidel Castro morreu.

"Está tendo boatos que o Fidel Castro morreu!" @GloboEsporteRJ


De acordo com os Trending Topics do twiter, o coração de Fidel Castro parou de bater. A informação é extra-oficial.


Meu perfil no twitter: @JoseArdonio