12 de dez de 2011

Feliz aniversário, papai.

Ao herói,
Manoel Sebastião de Araujo
Feliz aniversário, papai! Hoje 13 de dezembro. Dia em que tanto festejamos. Dia em que reuníamos a família e amigos, para festejar o seu nascimento. Dia em que cantávamos felizes... Feliz Aniversário, pai!
Amanhece o dia, as horas correm no relógio. O tempo passa muito rapidamente. É noite! Quando vimos, você havia ido.  Foi-se, para um mundo distante, muito distante... E quando queremos te ver, olhamos na imensidão do céu escuro. Do céu noturno. Lá em cima, num cantinho estratégico você se posicionou e brilha. Virou estrela, pai.
Hoje é seu aniversário, não temos você aqui, fisicamente, tem sido assim, desde 2009, três longos anos. Sozinhos, sofrendo... Chorando. Estamos órfãos. Órfãos dos seus conselhos sábios, da sua companhia e do seu amor incondicional.  Sentimos a sua falta, sentimos saudades... Sentimos.
Rezar por você, para que esteja bem e sei que está e lembrar de você é o que temos feito sempre. Nada de tristeza, não nos permitimos ficar tristes. A saudade é que ousa em nos deixar assim. Mas o senhor, pai, não quer que sejamos tristes, afinal, o senhor apenas mudou de residência, habita hoje a casa do pai.
Obrigado, pai! Pelo suor na fronte e pelos braços cansados, no final da jornada. Para que nada me faltasse. Obrigado, pai. Pelas noites em claro, quando o dinheiro não deu e mesmo assim, nunca me abandonaste. Porque me castigaste quando eu estava errado e por tentar me mostrar o caminho da verdade. Obrigado, pai! Por tantas vezes que abdicaste teus sonhos para realizar os meus e abriste mão das tuas vontades para realizar meus caprichos.
Pra sempre te agradeço pai!
Saudades eternas!
O nosso muito obrigado, pai!

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