14 de dez de 2011

Tremidinha andando, como é isso?


A nova música dos havaianos chama “tremidinha andando” conhece? A vizinha está ouvindo e daqui de casa confesso que comecei a mexer as cadeiras, uma espécie de kuduro. Vontade de sair kikando. Seria cômico se não fosse trágico. Foi essa a sensação que tive. Meooooo Deoooossss! O melhor do melhor do mundo em composição de funk. #Phoda.
O refrão é assim: 
“Tremidinha andando, tremidinha andando,
tremidinha andando, tremidinha andando,
tremidinha andando, tremidinha andando”.
O vídeo está anexo se tiver curiosidade ouva... [riso]


Inspirações matinais...

Inquieto, acendo mais um cigarro, o quarto em meia hora.
Na alcova, entra a brisa mansa dos nossos versos.
Aqueles, que fazíamos ao som de Piaf.
Aqueles velhos poemas de versos tortos, soltos, suaves.
Cigarro. O quarto vazio, o vento sombrio, o dia, o fel o mel.
Cigarro, cigarro, traz-me um cigarro.
Corro contra o tempo, é meu dever, fazer chover.
Corro, penso, sofro e na indecisão, queria você aqui.
Cantar, sonhar, sorrir.
A indecisão toma conta da casa, casa vazia, deserta, sem teto.
Ontem chorei.
Chorei e dormi.
Acabou o cigarro! Tédio.
Na solidão do quarto, a bagunça é companheira, parceira, traiçoeira.
Ontem acordei cedo, era feriado, mas hoje, hoje estou perdido.
Tem sido assim desde que voltei. Sinto falta de tudo. Será o cigarro?
Cigarro! Ter ou não ter?
Perdido, acordado, são três e meia da manhã, não preguei o olho.
Suado, tentado, saudoso.
A bagunça minha única companheira, me cheira, me acompanha.
Amanhã não é feriado, tenho que está de pé as seis da manhã.
Enfim, algo para fazer.
Dormir. Dormi e sonhei no sonho você não estava, mas te persegui durante a madrugada.
Tem sido assim desde que voltei.
Suspiros. Você voltou, bateu a porta e saiu.
Saiu sem que eu percebesse.
O sonho tem dessas coisas.
Você saiu e levou os cigarros. E agora?
Cigarros! Ter ou não ter?

13 de dez de 2011

Desejo que...

Que Deus te cuide com carinho, que te indique o melhor caminho, que te ensine sobre o verdadeiro amor, que te perdoe quando preciso for.

Que Deus te dê asas para voar, nos sonhos te ajude a pousar mas, também, te mostre a realidade que terás que enfrentar sem nunca, por nada, recuar.

Que Deus te dê forças para encarar tudo aquilo que não tens como mudar.

Que Deus te dê saúde, que teu corpo, por dentro, nunca mude e que ao envelhecer tu possas dizer que tua maior felicidade foi viver.

Que Deus te ensine sobre a dignidade, sobre a força e a fragilidade, sobre a coragem e a honestidade.

Que Deus te ofereça amigos verdadeiros e que tu saibas cultivar cada amizade que em tua vida Ele plantar.

Que Deus te ensine a fé, que te faça crer em Jesus, e que te permita aceitar que por pior que seja a cruz que tenhas que carregar com o peso que teve a Dele nunca será.


Gabriella Nunes por e-mail *

12 de dez de 2011

Feliz aniversário, papai.

Ao herói,
Manoel Sebastião de Araujo
Feliz aniversário, papai! Hoje 13 de dezembro. Dia em que tanto festejamos. Dia em que reuníamos a família e amigos, para festejar o seu nascimento. Dia em que cantávamos felizes... Feliz Aniversário, pai!
Amanhece o dia, as horas correm no relógio. O tempo passa muito rapidamente. É noite! Quando vimos, você havia ido.  Foi-se, para um mundo distante, muito distante... E quando queremos te ver, olhamos na imensidão do céu escuro. Do céu noturno. Lá em cima, num cantinho estratégico você se posicionou e brilha. Virou estrela, pai.
Hoje é seu aniversário, não temos você aqui, fisicamente, tem sido assim, desde 2009, três longos anos. Sozinhos, sofrendo... Chorando. Estamos órfãos. Órfãos dos seus conselhos sábios, da sua companhia e do seu amor incondicional.  Sentimos a sua falta, sentimos saudades... Sentimos.
Rezar por você, para que esteja bem e sei que está e lembrar de você é o que temos feito sempre. Nada de tristeza, não nos permitimos ficar tristes. A saudade é que ousa em nos deixar assim. Mas o senhor, pai, não quer que sejamos tristes, afinal, o senhor apenas mudou de residência, habita hoje a casa do pai.
Obrigado, pai! Pelo suor na fronte e pelos braços cansados, no final da jornada. Para que nada me faltasse. Obrigado, pai. Pelas noites em claro, quando o dinheiro não deu e mesmo assim, nunca me abandonaste. Porque me castigaste quando eu estava errado e por tentar me mostrar o caminho da verdade. Obrigado, pai! Por tantas vezes que abdicaste teus sonhos para realizar os meus e abriste mão das tuas vontades para realizar meus caprichos.
Pra sempre te agradeço pai!
Saudades eternas!
O nosso muito obrigado, pai!

11 de dez de 2011

Nota do vice-prefeito Godofredo Lima Vieira sobre discussões no grupo: Um novo futuro para Novo Oriente.


Arquivo pessoal

Tenho tido pouco tempo para responder alguns questionamentos a cerca da administração local, mas nunca vou me esconder de fazê-los, mesmo não sendo o gestor, faço parte da equipe e tenho participação em todos os projetos. Temos erros sim problemas na administração do Novo Oriente, admito, onde não tem? Vejam o Governo Federal, vejam nossos vizinhos, o problema é que muita gente vê um cisco no olho do próximo e não enxerga a trave no seu, muitos já pertenceram à situação e nenhum saiu por ideologia, mas por que não tiveram seus interesses atendidos.
Vejo jovens de valores indo bem quando cobram mais da administração, mais desperdiçam energia ouvindo algumas pessoas que estão cheias de rancor e interesses pessoais.
Nenhum poder na terra é eterno, só o poder de Deus. Hoje estamos a frente da administração da nossa cidade, amanhã, podemos não está mais.
Peço a Deus que me dê sabedoria para entender todo esse processo e reflexão para criticar quem estiver administrando. Aprendo muito com os jovens, pois são uma fonte inesgotável de energia.
Vou começar a postar algumas realizações da administração para que, pessoas que hoje vivem fora, como nosso amigo José Ardonio possam vivenciar nossa realidade. 


Abraços e fiquem com Deus.

9 de dez de 2011

O uso do diploma na parede do quarto

Manifestação realizada em Brasília. Foto: José Ardonio
Do site: observatoriodaimprensa.com.br

Por Vandré Abreu em 06/12/2011 na edição 671

Entre 2008 e 2009, o Supremo Tribunal Federal julgou ser desnecessária a formação superior para o exercício da profissão de jornalista. Na última semana, em primeira votação, o Senado votou favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2009 a favor da exigibilidade do diploma, o que me parece mais sensato. De fato, ter um diploma não é sinônimo de ser um bom profissional, que entende as técnicas da profissão e exerce o código de ética. Mas não ter um diploma é sinônimo de menos que isso. Não que todos os profissionais do jornalismo sem curso superior sejam os piores do mercado, o que, em muitos casos, é justamente o contrário. É só uma questão de ordem, controle.
Quando se fala em controle não se quer dizer censura. O maior argumento daqueles que são contra a exigência do diploma é que, aqueles que são a favor querem apenas uma reserva de mercado, ou seja, diminuir o número de profissionais para obter um bom emprego. Óbvio que há quem pense assim. Há também aqueles, como no voto do ministro do STF Gilmar Mendes, vê o fato como uma censura aos demais cidadãos que estariam “inaptos” a escrever em jornais. No entanto, acredito que o maior problema é a falta de entendimento da profissão. Jornalismo é uma profissão técnica e nada mais que isso.
No entanto, acredita-se que se trata de algum tipo de arte, que necessita de talento e “saber escrever”, ou algo teatral do qual se tem o “dom” do improviso ao falar em público. Isso não é jornalismo e, se dizem que é, é enganação. O exercício de qualquer profissão é algo técnico que, obviamente, há a possibilidade de se aprender na prática ou na universidade, como em qualquer profissão. Se alguém for exercer a medicina na prática, em um hospital, com os demais médicos ajudando, uma hora ele vai saber fazer. Mas ninguém pensa em tal possibilidade e pode achar absurda determinada comparação.
Aprendi nas salas e corredores
Fala-se, em contraponto, que a medicina é uma questão de saúde, de vidas, e o jornalismo não passa por isso. Há quem diga que o jornalismo também interfere na vida, na democracia, na reputação das pessoas e da sociedade. Pode ser ou não. Depende de qual jornalismo se faça. Ou melhor, depende se se faz ou não jornalismo. E, para isso, há de se saber o que é o jornalismo, qual o seu papel e como se faz para realizá-lo. E mais: jornalismo não é só determinada coisa, há especialidades diferentes, métodos e técnicas. Ouso chamá-lo de ciência, embora muitos jornalistas, até pesquisadores, são contrários a tal.

Foto: José Ardonio
Foto: José Ardonio
A questão é que para debater, discutir e compreender toda a relevância e o exercício do jornalismo convém algumas (muitas) horas de estudo. Daí, a ideia da necessidade de uma universidade. Em contraponto, vão dizer que ninguém estuda na universidade (podem até falar que vão ao local para fumar maconha e beber cachaça), que os cursos são ruins e por isso o jornalismo feito é ruim. Bem, aí não é um problema da falta de exigência de diploma e, sim, da falta de competência dos cursos. Que até não nego que possa existir. Mas, até onde me lembro, as coisas mais importantes da profissão eu aprendi mesmo nas salas e corredores de um curso de jornalismo.
Conselho de Jornalismo
No entanto, é como se disserem: como a polícia é ineficiente, qualquer um vai passar a ser polícia a partir de agora. Aí, os que desejam, compram armas, viaturas, coletes e saem por aí colocando em prática a Justiça que mais lhe apetecem. Nesse caso, podem aparecer policiais bem melhores do que os que já estão. Como aparecem jornalistas melhores do que os que já estão. Mas quem quer correr esse risco? Parece alto demais, não é? Sim, é muito alto. Ou seja, ter um diploma não é garantia de se ter um bom profissional, mas não ter também não é. Para que o diploma seja um certificado de competência, há de se melhorar os cursos, a capacitação e, além disso, ter um controle externo da profissão.
Sim, sou favorável à existência de um Conselho de Jornalismo, em consonância com a Ordem dos Advogados do Brasil ou o Conselho Federal de Medicina. Há a possibilidade de se tornar apenas um jogo político para atender os interesses de alguns? Há. Mas este não é o problema da existência do Conselho, e sim, da inabilidade de seus membros e de sua alçada. O que só pioraria se qualquer um pudesse fazer parte. A priori, o Conselho conteria excessos e faltas, seja na estrutura de trabalho dada aos profissionais (que é reconhecidamente falha) ou mesmo no trabalho desses profissionais, sejam eles quais for e para quem trabalham ou beneficia. Não é a solução do mundo. É a melhora de um serviço social, como o é o jornalismo.
***
[Vandré Abreu é jornalista, Goiânia, GO
]

8 de dez de 2011

Feliz aniversário, tio, aonde quer que esteja! Amar-te-ei para sempre.


Novembro de 2010. Tio Elias, era o seu último aniversário conosco

Saudades eternas, tio!!!!


30 de novembro de 2011, meu pai faria, se estivesse aqui, 61 anos. Passou rápido. Agora ficaram a saudade, os momentos bons que vivemos e a certeza de que um dia, nos reencontraremos. Dói muito, tem sido assim desde que o senhor, nos deixou. Um vazio invade nosso coração, uma saudade enorme. É difícil, aceitar sua perda, tem sido difícil. Mas ao invés de chorar, eu canto. Canto, pois sei que estás bem e olha por nós e vela pelo nosso sono enquanto dormimos.
Sentimos a sua falta em cada canto da nossa casa, a gente se apega a cada coisa que faz lembrar você, a saudade nos machuca e faz chorar, não estamos tristes, não. O senhor cumpriu a sua missão e era chegado o momento de nos deixar. Mesmo com projetos aqui na terra, sonhos que gostaria de tê-los realizado e conquistas nossas que o senhor não pôde presenciar. Deus te chamou e o senhor, bem sabia que teria agora de servir ao nosso altíssimo e que não dava mais para esperar.
Hoje, faltou algo, busquei na imaginação, mas não me veio nada que me dissesse, papai está aqui. Durante todo o dia procurei um motivo, explicação, mas talvez por não aceitar, preferi acreditar que o senhor, chegaria para festejarmos o seu aniversário. Acordei cedo, andei na casa vazia e em tudo, via você, papai. Parei por um instante e me pus a pensar no senhor, mamãe saudosa não escondeu o sentimento de saudade e quieta, preferia o silencio. Todos nós aqui, papai, buscamos o senhor. Uma explicação para o que aconteceu, talvez o fato da sua lembrança viva, seja o nosso conforto em dias longos. Continuei a passear pela casa vazia, mas na tentativa de ter você aqui, adormeci, e ao acordar, me dei conta de que o senhor, realmente não vai voltar. 
Até lembro o seu ultimo aniversario, o senhor estava radiante, sorria e brincava, parecendo se despedir fez questão que estivéssemos juntos, família reunida. Realmente era a sua última vez, seu ultimo aniversário conosco. Foi tão bom!
A saudade dói e chega a machucar, mas devo dizer, pai, que nós te amamos eternamente.

7 de dez de 2011

Grupo Novo Oriente: minha terra, meu xodó organiza Campanha de Natal


Foi através do Facebook que eu juntamente com amigos e moradores de Novo Oriente, bolamos a Campanha: Natal Solidário. Fui procurado para coordenar a campanha, a princípio a distância e o excesso de trabalho me impediam de tomar a frente, mas conversando com a amiga Darlene Lima, que também está muito empenhada nesse projeto, resolvi arregaçar as mangas e trabalhar na divulgação, mesmo de longe. O blogueiro e Mídias Sociais, Ângelo Aves, do blog Novo Oriente Vip, também se dispôs e está também firme e forte. São muitas pessoas que aderiram à campanha de imediato, não posso esquecer da nossa madrinha, eu diria assim, Cícera Gonzaga, que está também nessa luta.
Para participar é simples. Basta comparecer a um dos locais descritos no banner acima e fazer a doação de roupas, sapatos e alimentos não perecíveis. A campanha já está valendo e o nosso intuito é ajudar os nossos irmãos mais necessitados. 
Contamos com a colaboração de todos. É nessa hora que devemos esquecer nossas diferenças e doar um pouco do que nos foi dado.

Serviço: Campanha Natal Solidário
Data: 05 de dezembro de 2011 à 06 de janeiro de 2012
locais de doação:
Prefeitura Municipal; 
Secretaria de Obras; 
Escola Otávio Rodrigues; 
Escola Francisco Rufino; 
Escola Coelho Mascarenhas; 
Escola Eufrasino Neto.

Coordenação: Cícera Gonzaga, Darlene Lima, Jailson Ximenes e José Ardonio



Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria aceso o sentimento
de amar a vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo
o que foi ensinado pelo tempo a fora.

Lembraria os erros que foram cometidos
para que não mais se repetissem.

A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você se pudesse,
o respeito àquilo que é indispensável:

Além do pão, o trabalho.

Além do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse, um segredo:

O de buscar no interior de si mesmo a resposta
e a força para encontrar a saída.

Mahatma Gandhi