22 de nov de 2011

Garota Safada canta em Novo Oriente para a alegria dos forrozeiros


A banda Garota Safada, comandada Por Wesley Safadão, se apresentará em Novo Oriente, na Praça da Matriz, quinta (22) de dezembro. O repertório está recheado de musicas novas, músicas que estão na boca da galera. Entre elas: Tentativas em Vão, Meu Amanhecer, Paredão da Curtição e Bum Bum Bum é o Barulho do Meu Som.
O Natal de Novo Oriente vai ser assim: Ao som de uma das bandas de forró mais populares do nordeste, Garota safada.
Agora é preparar o chinelo e cair no forró!

Serviço:

Evento:
Garota Safada em Novo Oriente - CE
Data:
22.12.2011 
Categoria:
Forró



17 de nov de 2011

Eventos de inauguração do MUNCAB - Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira





Ajudem a divulgar estes importantes eventos de ianuguração do MUNCAB - Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira

Convite Abertura Museu Nacional da Cultura Afro Brasileira

Você está convidado para a Abertura do Museu Nacional da Cultura Afro Brasileira, dia 13 de Novembro às 13h00. São três exposições:
1 - Coleção inicial do acervo do Muuncab;
2 - O Escultor do Sagrado (homenagem aos 90 anos do Mestre Didi);
3 - Nós, os Afro Brasileiros, encerramento do Ano Internacional dos afro descendentes, criado pela ONU.
Mais a coleção de Arte africana pertencente a família Caribé e uma seleta de fotos de Pierre Verger.
MULTIPLIQUE ESSE CONVITE REENVIANDO-O PARA SEUS AMIGOS E AMIGAS!

 José Carlos Capinan
seu caboclo do mato
71-91680950
33216722
33452080

16 de nov de 2011


Bolo de Cenoura

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Bolo de Cenoura


Tipo de Culinária: Culinária Popular
Categoria: Doces
Subcategorias: Bolos
Rendimento: 15 porções
Este bolo de cenoura é realmente uma delícia. A cobertura simples de chocolate torna o bolo uma excelente opção para um chá da tarde ou café da manhã.

Veja aqui mais 50 Receitas de Bolo de Cenoura

Ingredientes
Massa
2 unidade(s) de cenoura picada(s)
2 xícara(s) (chá) de açúcar
3 unidade(s) de ovo
1 xícara(s) (chá) de óleo de soja Sadia  
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó   
Cobertura
2 colher(es) (sopa) de margarina Qualy Sadia  
4 colher(es) (sopa) de água
4 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
4 colher(es) (sopa) de açúcar
Modo de preparo
Massa
Bata os quatro primeiros ingredientes da massa no liqüidificador  . Em seguida, misture a farinha de trigo e o fermento em pó.
Asse em fôrma tipo para pudim, média, untada e polvilhada com farinha de trigo, em forno a 150°(médio).
 
Cobertura
leve a margarina ao fogo até derreter. Misture os demais ingredientes, mexendo até soltar da panela. Faça furinhos no bolo de cenoura com o garfo e jogue a cobertura ainda quente.
 
Fotos por: Alessandra Spinelli

13 de nov de 2011

OBRA REUNIDA - Artigos e anotações de Ruth Cardoso viram livro

Recebi hoje a Revista Época da semana e qual não foi a minha surpresa, um texto, dica de leitura, para uma obra bastante rica que todo apaixonado por leitura deve ter na sua estante pessoal. Trata-se do livro: Obra reunida, da ex-primeira dama, Ruth Cardoso.
A modernidade da antropóloga e professora paulista Ruth Cardoso (1930-2008), casada com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por 55 anos, sua aluna Teresa Pires do Rio Caldeira, hoje lecionando na Universidade de Berkeley, EUA, recorre a uma frase do filósofo francês Michel Foucault (1926-1984): ela, como todos os modernos, sentia compulsão por se inventar.
Anotações de aula: material inédito


Obra reunida, da professora e ex-aluna de Ruth Cardoso,  Tereza Pires do Rio

Ruth Cardoso é segundo a autora a fundadora da antropologia urbana no Brasil

Detalhes do livro, disponíveis em www.livrariacultura.com.br 

Serviço:

ISBN: 8560432078
ISBN-13: 9788560432073
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 23 x 16 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 568

8 de nov de 2011

Redes Sociais e mobilizações.


Compartilho com os amigos do blog, texto que recebi por e-mail. Frei Betto, fala das novas formas de mobilização. Mobilizações que se iniciam pela internet e ganham ruas a fora, não só no Brasil, mas mundo a fora. Se quiserem comentar, estejam a vontade. Vamos discutir o texto.

Boa leitura!

Por Frei  Betto

 A 7 de setembro, data da  independência do Brasil, ocorreu algo novo: as ruas foram ocupadas por  mobilizações populares convocadas através da internet.

 As pessoas  saíram em passeatas para protestar contra a corrupção, o sucateamento da  educação, e por reforma agrária e auditoria da dívida pública, entre outros  temas. E fizeram questão de imprimir às manifestações caráter apartidário.  Quem se atrevesse a desfilar com sigla de partido político era imediatamente  rechaçado. Ali, no 7 de setembro, uniram-se o Grito dos Excluídos e o grito  dos indignados.

 As ruas do Brasil, até então acostumadas a ver,  nos últimos tempos, apenas manifestações de evangélicos, gays e defensores da  liberação da maconha, voltaram a ser palco de pressão política e reivindicação  popular.

 O poder convocatório das redes sociais é inegável. Elas  possuem uma capilaridade que supera qualquer outro meio de comunicação. E  carecem de censura ou editoração falaciosa.

 Há, contudo, duas  limitações que podem afetar seriamente os efeitos da mobilização internáutica.  A primeira, a falta de proposta. Não basta gritar contra a corrupção ou  aprovar a faxina operada pela presidente Dilma Rousseff. É preciso exigir  reforma política, e propor critérios e métodos.

 Reforma política  com o atual Congresso – composto, em sua maioria, por parlamentares capazes de  absolver uma deputada federal flagrada e filmada recebendo propina – é  acreditar que Ali Babá é capaz de punir os 40 ladrões...

 É  preciso, primeiro, reformar, ou melhor, renovar o Congresso para, em seguida,  obter reforma política minimamente decente. De modo que sejam instituídos  mecanismos que ponham fim às duas irmãs gêmeas madrinhas da corrupção: a  imunidade e a impunidade. 

 Essa renovação deve se iniciar, ano  que vem, pela eleição de prefeitos e vereadores, todos submetidos ao crivo da  Ficha Limpa, e pressionados a apresentar metas e objetivos, como propõe o  Movimento Nossa São Paulo.

 A segunda limitação é o caráter  apartidário das manifestações. Em si, é positivo, pois impede que algo nascido  da mobilização cidadã venha a se converter em palanque eleitoral deste ou  daquele partido político. 

 Porém, na democracia não se inventou  algo melhor para representar os anseios da população que partidos políticos.  Eles fazem a mediação entre a sociedade e o Estado. O perigo é as  manifestações não resultarem na eleição de candidatos eticamente confiáveis e  ideologicamente comprometidos com as reformas de estruturas, como a política e  a agrária. Ou desaguar no pior: o voto nulo.

 Quem tem nojo de  política é governado por quem não tem. E os maus políticos torcem para que  tenhamos todos bastante nojo de política. Assim, eles ficam em paz, entretidos  com suas maracutaias, embolsando o nosso dinheiro e ampliando suas mordomias e  seus patrimônios.

 As redes sociais são, hoje, o que a ágora era  para os gregos antigos e a praça para os nossos avós – local de congraçamento,  informação e mobilização. Foram elas que levaram tunisianos e egípcios às ruas  para derrubar governos despóticos. São elas que divulgam, em tempo real, as  atrocidades praticadas pelas tropas usamericanas no Iraque e no  Afeganistão.

 As redes sociais têm, entretanto, seu lado obscuro e  perverso: a prostituição virtual de adolescentes que exibem sua nudez; o  estímulo à pedofilia; a difusão de material pornográfico; o incitamento à  violência; a propaganda de armas; o roubo virtual de senhas de cartões de  crédito e contas bancárias.

 Espero não tardar o dia em que as  escolas introduzirão em seus currículos a disciplina Redes Sociais. Crianças e  jovens serão educados no uso dessa importante ferramenta, aprimorando o olhar  crítico, o senso ético e, em especial, a síntese cognitiva, de modo a extrair  sentidos ou significações do incessante fluxo de informações e  dados.

 Graças à internet, qualquer usuário pode se arvorar,  agora, em sujeito político e protagonista social, abandonando a passivo papel  de mero espectador. Resta vencer o individualismo e o comodismo e sair à rua  para congregar-se em força política.

Frei Betto é  escritor, autor do romance “Minas do Ouro” (Rocco), entre outros livros.  
http://www.freibetto.org/>    twitter:@freibetto.

5 de nov de 2011

O bom da vida é viver

A vida da gente é assim mesmo, cheia de altos e baixos, erros e acertos. Impressionante, nunca estamos sozinhos, por mais que teimemos em acreditar nessa tese. Bom conhecer gente, fazer novas amizades e consequentemente aprender muito sobre cultura, culinária, enfim, temos que nos permitir isso, sempre. Ninguém é insubstituível, desculpem o jargão, mas é verdade. Tenho vivido dias inesquecíveis, rodeado de novas amizades, pessoas maravilhosas. 
No feriado de finados, quarta-feira última fui conhecer a cidade de Monsenhor Paulo, uma cidadezinha localizada no norte de Minas. Um charme! Fomos a uma linda fazenda. Um paraíso no meio do nada. Um dia memorável! Na ocasião, fiz algumas fotinhos, pena que não ficaram boas, lindas como a paisagem, mas o que vale é a intensão. Adoro o contato com a natureza e as fotos são só uma mostra do que gosto.

Vejam: