29 de jul de 2010

Mundo Digital – A Era 3.0 Está Chegando

A Era 3.0 chegou e aos poucos começamos a sentir as mudanças no mundo. A única saída é a inforção constante.                
Colhi no blog: http://www.sandraturchi.com.br/
Se já estava difícil para as empresas se adaptarem aos novos desafios do mundo 2.0 – pois tudo agora é 2.0 !! – imaginem o que se passará na cabeça dos empresários, e mesmo dos profissionais de marketing, quando entenderem que a nova onda já está chegando, a WEB 3.0.

Mesmo os negócios voltados para as classes populares tiveram que entender e procurar se adequar rapidamente à realidade trazida pela Internet. Hoje há quase 60 milhões de jovens das classes CDE que em breve se casarão, constituirão famílias e ditarão os rumos do consumo no país, e esses jovens estão hoje conectados, via internet ou celulares e frequentam comunidades virtuais como frequentam bares.

Sendo assim, é fundamental saber como se comunicar com esse público, pois hoje temos mais de 8 milhões de e_consumidores no país. A internet há muito deixou de ser um meio de diversão ou um veículo que impacta somente uma pequena camada da população. O Brasil é o primeiro em navegação domiciliar, com 23 milhões de lares conectados, seguido por EUA, França, Austrália e Japão. Quase metade dos internautas brasileiros navega em cyber cafés e lan houses. O brasileiro navega o equivalente a mais de 24 horas no mês e há mais de 15 milhões de pessoas conectadas em um único canal de mensagem instantânea.

A era da WEB 2.0 é marcada pela interação, pela participação, pois trouxe o consumidor para o palco, permitindo que sua voz fosse ouvida, que suas mensagens fossem levadas a sério pelas empresas e fez com que cada cidadão se transformasse em mídia. E essa realidade impacta diretamente as empresas e o consumo em geral, pois o internauta tem o poder de influenciar tanto na formatação de novos produtos como de gerar até mesmo a ruína de uma marca, dependendo de suas ações e de seu poder de influência.

Há vários casos de empresas que criaram blogs para se aproximarem de seus clientes, como outras que tem monitorado de perto as redes sociais mais importantes, para acompanhar o que é comentado sobre seus produtos ou serviços e com isso procurar interagir, de diferentes formas, no sentido de minimizar insatisfações apontadas pelos consumidores.

A nova onda, a WEB 3.0, também chamada de Web Semântica, por sua vez se caracterizará como a Internet inteligente, que transformará o conteúdo ainda desorganizado da internet em informação relevante para a tomada de decisão, através do cruzamento de dados. Isso evitará que recebamos uma “enxurrada” de páginas inúteis a cada busca realizada, por exemplo. Ao mesmo tempo, haverá cada vez mais sintonia entre o perfil de quem realiza a busca e as ofertas a ele apresentadas.

Ainda há uma longa jornada a ser percorrida, pois essa nova etapa depende de mais investimentos em tecnologia, para processadores cada vez mais potentes, e da unificação de padrões, o que não é nada fácil de ser obtido.

Se por um lado esse futuro se mostra fascinante em termos de oportunidades de novos negócios e de agilidade no acesso a muitas informações por outro tem trazido à tona, cada vez mais, os questionamentos sobre privacidade e sobre ética, tendo em vista certas atividades impetradas pelas organizações voltadas para o desenvolvimento dessa nova onda.

Para as empresas o que se torna imperativo é o acompanhamento dessa (r) evolução, para que não sejam pegas de surpresa quando essa nova onda – ou talvez seja um “tsunami” – chegar.

Artigo Postado no Portal Mundo do Marketing em jan/09

28 de jul de 2010

Carta de um inexperiente profissional que almeja um lugar ao sol.

O relato que criei não é uma carta de desistência, mas sim um “desabafo”. Vejam, não estou querendo aqui desmotivar ou falar que sou incapaz, mas sim, mostrar o que todo mundo um dia já experimentou: Aquela angustia de achar que nunca vai conquistar o seu lugar, o seu espaço no mercado trabalho.

Tenho buscado incansavelmente um trabalho que me dê prazer, sabe aquela atividade que você exerce e não vê o tempo passar? É essa mesmo! Mas as vezes meio que desmotivado, paro e fico a pensar. Será que existe vaga para mim no mercado? Será que vou conseguir o meu lugar, aquela vaguinha merecida. Tenho uma graduação, isso pesa muito no currículo, sim, tenho pouca experiência na prática. Tudo bem! Mas foram quase quatro anos de pura luta para obter o tão sonhado diploma. Atualmente estou cursando um MBA em Marketing e busco diuturnamente oportunidades na área que escolhi e procuro sempre cursos, palestras e seminários para estar me reciclando. Só isso não basta? Há quem diga que não, mas para muitos isso é o suficiente, claro, isso é o mínimo que eu posso fazer por mim, tenho plena consciência. Mas o que me deixa mesmo desmotivado, desculpem o termo negativo, - mas não encontrei outra palavra que pudesse substituir, - é o fato de sempre procurar um emprego para desenvolver as habilidades na área que escolhi e nada encontrar, sei que a minha hora vai chegar, disso eu não tenho a menor dúvida, mas até que chegue a hora H, continuo assim, nessa impaciência sem fim. Leio artigos diversos a cerca do mercado conturbado, são textos que falam da dificuldade de novos profissionais entrarem no mercado, mas tenho lido também sobre as novas ferramentas do Marketing, o que as empresas buscam e o que os profissionais têm que fazer para atender tantas exigências. São textos belíssimos que guardo numa pasta que fiz uma espécie de diário, sempre que surge algo novo, salvo na “bendita” pastinha. E sempre que tenho tempo, abro-a e leio os que guardei anteriormente, com isso, mantenho-me informado e preparado para conseguir o que anseio.
Tenho acompanhado de perto as mudanças constantes do mundo globalizado. As redes sociais são uma fonte de atualização e renovação, um elo. Tenho encontrado por lá inúmeros profissionais com muitos anos de mercado e que acompanham na prática, sentem na pele as novas mudanças e se adéquam as novas exigências e empresas que usam das ferramentas para criar novos meios de crescimento e divulgação de produtos e serviços. O que me conforma é a capacidade que tenho de todos os dias aprimorar ainda que teoricamente os meus conhecimentos e aprender novas técnicas, novos meios de construir a minha carreira. Enquanto não deslancho vou seguindo o mundo e suas transformações. Mas preciso as vezes ser orientado, para não cair em erros que comprometam a minha trajetória.


*** Em breve mais conversas sobre o assunto. Adianto. Não serão todas de desabafo.
 Refletiremos juntos.

Abaixo vídeo sobre motivação. Importante assist-lo.

Motivação. Nunca subestime sua capacidade!

16 de jul de 2010

#POPSTAR GOIANO, DILMABOY. O Hit que invadiu o mundo

Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón...

Criado por @dilmaboyoficial @jesusgalvao @tonnymanson


Hello Serra a Dilma é favorita pra vencer.
Só você não sabe e quer disputar pra quê?
Ela sabe que o povo tem fome e quer comer.

Sorry, Serra mas essa você vai perder.
Você vai perder. Você vai perder.

Sorry Serra mais uma vez vai dar PT.
Tenta há séculos e a favorita é do PT.
Nunca desistiu mais uma vez vai perder.
Quer melhorar a saúde e o povo não quer crer
Não quis se aliar, agora você vai ver

Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso!
Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón...
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso

Amiga do Homem, vai vencer!
Amiga do Homem...
Ela não é O Cara, mas é amiga do Homem!
Você não é o Cara, nem amigo do Homem
Venha para o Club, deixa de ser bobo
Venha logo também ser amigo do Homem
Ela não é O Cara, mas é amiga do Homem!
Você não é o Cara, nem amigo do Homem
Venha para o Club, deixa de ser bobo
Venha logo também ser amigo do Homem

Se mexer com ela dou bafão juro, confesso
Minha Diva...
Desbanquei Stephany, sou um sucesso
Só no Rebolation, sorry mas está tenso
Quando ela ganhar vai rolar Dilma's party
E sua secretária vai ligar pra você
E vamos comemorar com o Rebolation
Todos vão se esbaldar na festa do PT

Nós vamos vencer, nós vamos vencer!
Sorry, Serra mas essa você vai perder.
Você vai perder. Você vai perder.

Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso!
Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón...
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso

Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso!
Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón...
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso

Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso!
Stop Burn Stop Burn. Ela é a nova Evita Perón...
Olhe pra ela. Ela agora é sucesso

Amiga do Homem, vai vencer!
Amiga do Homem...
Ela não é O Cara, mas é amiga do Homem!
Você não é o Cara, nem amigo do Homem
Venha para o Club, deixa de ser bobo
Venha logo também ser amigo do Homem
Ela não é O Cara, mas é amiga do Homem!

Você não é o Cara, nem amigo do Homem
Venha para o Club, deixa de ser bobo
Venha logo também ser amigo do Homem
Aaaa amigo do Homem, aaaa, amigo do Homem
deixa de ser bobo, venha logo também
ser amigo do Homem
Aaaa amigo do Homem, aaaa, amigo do Homem



Acessibilidade e Entretenimento

Acessibilidade e Entretenimento este é o tema de campanha do empresário Ronald de Carvalho, candidato a Deputado Distrital pelo PTBDF que é cadeirante por conseqüência de uma esclerose múltipla.
“Faça algo de bom com o seu voto” é uma frase de Ronald que chama atenção pelo duplo sentido, o que significa dizer que: com o voto o eleitor tem a chance de mudar para melhor se a escolha for feita corretamente.
O lançamento da campanha aconteceu na noite desta quinta-feira (15) na Sede da Ordem dos Músicos do Brasil em Brasília. Em meio a amigos, familiares e colaboradores o empresário se sentiu bastante a vontade e entusiasmado para falar dos planos ao assumir a vaga de Distrital na Câmara Legislativa do DF. A reunião uniu pouco mais de 50 pessoas e foi marcada pela simplicidade dos participantes. “Prefiro uma reunião com dez pessoas, não estou preocupado com quantidade, mas sim com a qualidade dos trabalhos” afirmou o candidato satisfeito com os resultados positivos no início da campanha.
Ronald deixou claro que sua proposta é levar acessibilidade e entretenimento aqueles que têm dificuldade de se locomoverem sozinhos e trabalhar incansavelmente em prol dos deficientes que por lei tem o direito de ir e vir e se emocionou quando sua esposa falou das dificuldades de adaptação e mudanças de hábito.
Ronald de Carvalho é conhecido em Brasília por trazer grandes nomes da música para animar as noites Brasilienses. Produtor de eventos a 19 anos. O empresário mudou ainda criança para a cidade que escolheu para morar.

Serviço:
ACESSIBILIDADE AO ENTRETENIMENTO, UM DIREITO DE TODOS.
Shows, festas, bares, teatros, baladas e ações de entretenimento em geral devem ser acessíveis às pessoas com deficiências.

Ronald de Carvalho é candidato a Deputado Distrital pelo PTB-DF
Coligação: Novo caminho. PTB/PRB
Número: 14.061
www.ronald.com.vc
E-mail: ronald14061@gmail.com
www.twitter.com/RonaldPixy
(061) 39632786


7 de jul de 2010

Quem pauta a mídia?

Por Gilberto Strunck*
Um dos pontos mais sensíveis das questões que dizem respeito à comunicação é o do papel da mídia em relação aos seus consumidores. Você conhecia a palavra “funhanhando”? Nem eu, mas bastou a ex-ministra Dilma Roussef pronunciá-la numa entrevista transmitida pela emissora Planeta Diário, do Vale do Paraíba, para que milhares de pessoas enviassem tweets e e-mails para a rádio, fazendo o assunto repercutir imediatamente na grande mídia.
Uma boa parte do nosso comportamento, da nossa visão da sociedade, é transmitida por experiências não vividas, mas conhecidas por meio das mídias. TV, jornais e revistas, rádios e Internet são algumas das fontes constantes de informações, às quais podemos creditar nossa forma de ver o mundo.
Usualmente, quem faz jornalismo está antenado nos acontecimentos relacionados à sua especialidade e tem sempre suas “fontes”, interlocutores mais frequentes, que tomam parte nos acontecimentos e os relatam, muitas vezes em “off”, para divulgação pela imprensa. Da mesma forma, programas de TV e rádio, reportagens sobre comportamento em jornais e revistas trabalham seus conteúdos a partir de investigações individuais ou até feitas por grandes equipes de produção, que pesquisam e desenvolvem temas propostos por editores e diretores. Mas, nos últimos tempos, e de forma acelerada, este processo vem tomando outra dinâmica.
O que se observa hoje em dia é a mudança no comportamento da audiência, que começa a pautar a mídia, com sugestões de temas para as suas matérias. Este fenômeno vai muito além das “cartas dos leitores”. Ele deriva da Internet, com o uso dos blogs, do Twitter, do You Tube e de outros recursos existentes para que as pessoas se informem sobre os temas que realmente lhes interessam e não somente por aqueles abordados pela grande mídia. Neste contexto, a discussão se houve ou não um pênalti na decisão do campeonato, pode ser muito mais relevante do que a notícia sobre um fato político.
O processo natural de um jornalista de TV fazer uma matéria do interesse da sua direção e veiculá-la vem sendo pautado, entre outras coisas, pelos milhares de filmes postados diariamente no You Tube. A cada dia são acessados mais de dois bilhões de filmes neste site (dados de maio de 2010). Aqueles mais vistos tornam-se, quase que naturalmente, pautas para a mídia.
O consumidor de notícias está cada vez mais livre para escolher sua própria fonte de informações e até para formatá-la de modo individualizado. E, mais do que isto, está se apropriando das oportunidades que tem para gerar conteúdo. No mundo inteiro, o dilema da mídia é como conseguir conservar e ampliar seus consumidores, principalmente os mais jovens, inquietos, multifacetados em seus interesses. Será que muitos jornalistas não estão escrevendo para si próprios?

PS: Poucos dias após eu ter escrito este artigo, surgiu a brincadeira do “CALA A BOCA GALVÃO”. Esta frase, postada assim mesmo no Twitter, tornou-se um daqueles assuntos que partiram de pessoas comuns, para reverberar na grande mídia. Em uma semana, a frase tornou-se um hit, figurando entre os dez temas mais comentados do serviço, no mundo. Como não podia deixar de ser, foi pautada pelos influentes Wall Street Journal e New York Times, entre muitos outros, e acabou como assunto de capa da Veja.

* Gilberto Strunck, é Sócio-Diretor da DIA Comunicação. Autor de vários livros sobre design, é Professor da UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselheiro do POPAI Brasil e membro do Board Internacional desta entidade.

6 de jul de 2010

Passos para o sucesso na comunicação

Já começo esta conversa pedindo desculpas. O título original deste artigo era "A angústia do sucesso instantâneo", mas resolvi mostrar no próprio título como somos influenciados pela facilidade, pela agilidade, pelos moldes.
Em uma única semana devo ter visto mais de 50 links diferentes para os "10 caminhos da felicidade", "8 formas de ganhar mais dinheiro", "5 maneiras de subir na vida sem usar escadas" ou qualquer coisa deste tipo, e imagino que com vocês não deva ter sido diferente.
Hoje imprime-se tamanha aceleração nos negócios e nas comunicações que já não temos tempo de refletir suficientemente sobre nossas ações, quem dirá refletir e formar uma opinião consistente sobre qualquer assunto.
Flutuamos num mundo de certezas fugazes que se dissipam na névoa dos tuites e nas ondas do imediatismo. A solidez de outros tempos se esvai nas palavras do bom Bauman1. E como lidamos com esta “nova” realidade? Tenho apenas um binômio, bem antigo, para isso: estudo e prática.
Tente listar os momentos em nossas vidas nos quais podemos ignorar os estudos ou, de outra forma, seja cabível discriminar o conhecimento aplicado. Tanto a academia enfrenta críticas cotidianas por seu suposto hermetismo quanto o mercado se dá ao luxo de gerar um processo antropofágico a cada novo ano fiscal.
Nesta evolução galopante (alguns diriam involução), quem perde a órbita somos nós, os humanos que constroem e habitam estas mesmas estruturas. Tentamos achar nas apresentações, nos slides e manuais de bolso uma forma rápida de solucionar problemas e conflitos instantâneos. E neste contexto, inclusive a leitura se obriga a ser instantânea, a fim de atender aos tempos que de regalo nos sobram ao fim do dia.
Lemos com uma desatenção aplicada. Um esforço enganoso e até hercúleo. E ao final, completada a leitura, passamos para o próximo link, sem fazer juízo algum de valor. Moral da história: não tem história, quem dirá moral.
O consumo desenfreado de comunicações, marcas, produtos, cria em nossa mente um espaço em suspensão. Lemos sem saber do que se trata, falamos sem lembrar do que lemos e apoiamos/rejeitamos sem querer aprender mais sobre as coisas.
Mas vale uma boa ressalva aqui. Há momentos que os "10 isso" ou "8 aquilo" são cruciais para orientar nossas ações em meio a tanta velocidade e tantas mudanças. Bons exemplos são as nossas metas, quantificáveis e determináveis. Atribuir, como bem propõe o Prof. Dr. Mitsuru Yanaze2, pesos e prioridades para nossas aplicações faz com que tenhamos modos cabíveis de optarmos entre diferentes caminhos ao longo de nossas jornadas e a cada novo desafio.
Dos Objetivos do Milênio até as metas de uma mobilização interna pela redução de burocracias, tudo se mostra quantificável, o problema está em tentar transformar um aprendizado longo e contínuo, eminentemente qualitativo, em pequenos pontos mágicos que, no repente, farão de nós os maiores sucessos de que se tem notícia.
Se não entreguei a vocês os 10 passos para o sucesso que prometi no título, os dois primeiros já estão ditos, estudo e prática, mas os outros 8 ainda estão por vir. Tanto estes passos quanto os outros mais que são necessários para edificar uma história verdadeiramente de sucesso, que só pode ser trilhada de modo único, serão dados por cada um de nós, sem precedentes.

Fonte Aberje.

Especialista explica que empresas podem sofrer altos e baixos no mundo virtual

Redação Administradores

O sucesso da utilização das redes sociais existentes (Twitter, Orkut, Facebook e outros) como processo de divulgação de marcas, produtos e serviços têm sido cruciais para a expansão de muitas empresas.
De acordo com Sergio Coelho, diretor da Homewebbing, agência de marketing digital e especialista no assunto, estar presente em redes de relacionamento e utilizar as redes sociais aproximam o público da organização.
"Com a chegada da internet, a forma de se comunicar mudou e as empresas têm que se modernizar para utilizar este novo veículo de divulgação da forma mais eficiente possível. A internet oferece informações que hoje em dia valem muito para tomada de decisões corporativas".
Com tantas ferramentas utilizadas hoje, e a busca pela informação cada vez maior, é importante que cada empresa entenda qual é a ferramenta mais adequada de acordo com o segmento de atuação.
Para Sergio Coelho, a recente repercussão no Twitter do "Cala a boca Galvão" pode ser aplicada às empresas, e o caso reflete como uma marca pode sofrer altos e baixos no mundo virtual.
"Existem ações ativas e reativas e as duas são muito importantes em um contexto corporativo. Se uma empresa sofre um comentário negativo, uma ação reativa deve acontecer para não permitir um crescimento de uma visão negativa do produto. Hoje em dia, além de marcar presença forte no mundo das redes sociais, as empresas devem acima de tudo, monitorá-las", complementa.

5 de jul de 2010

Concurso publico atrai, mas pelos motivos errados

Opinião: nosso amigo é professor e observa que boa parte dos jovens está voltada para um emprego público. Não para fazer uma carreira boa, mas para trabalhar pouco e não ser demitido. Você concorda?

Por Gustavo Loureiro

É muito grande o número de pessoas que estão “estudando para concurso público”. Acredito que vocês também conheçam muitas.
Outro dia, ao sair de um centro de treinamento onde sou professor, acompanhado de meu coordenador, encontramos um pai de aluno. Ele perguntou se o curso superior que seria lançado daria um diploma ao seu filho suficiente para capacitá-lo, no futuro, a fazer concurso público.
A justificativa do pai foi assustadora. Ele disse o seguinte:
- Estou perguntando isso porque quero que meu filho se forme e trabalhe como qualquer profissional. Mas sei que meu filho é meio preguiçoso. Vocês sabem, pai que é pai conhece os filhos. Então, se ele não “der para nada no mercado”, pelo menos faz um concurso público e garante a estabilidade no emprego e um salário certo todo mês.
Fiquei chocado!
A gana por fazer concurso público surge quando o profissional chega à conclusão de que está sendo mal aproveitado no trabalho, ou não consegue arrumar emprego, ou acha que trabalha muito e ganha pouco ou se sente inseguro.
Toda vez que pergunto a alguém que se prepara para fazer concurso público o porquê da escolha, a maioria das respostas é nesta linha: - Quero ganhar bem e trabalhar pouco; ou - Fazendo concurso eu não vou ter que “ralar” e vou ganhar um ótimo salário pelo pouco que vou trabalhar; e - Tem um amigo meu que passou no concurso e agora está “tirando cinco barão (R$ 5.000,00)”, fora os extras (dinheiro que estaria ganhando de forma ilícita). Outras pessoas esperam que o concurso público traga estabilidade e segurança.
O profissional que trabalha em uma empresa privada sabe que só permanecerá no emprego se fizer por onde, pois o mercado é cada vez mais competitivo e só sobrevive quem trabalha muito e de verdade, com eficácia e eficiência.
Não se trata aqui de levantar bandeira contra o concurso público. Se você estipular como meta na sua carreira se tornar engenheiro de petróleo, nada mais justo que desejar ocupar esse cargo na Petrobras.
O que incomoda não é o fato de ser um funcionário público, mas o discurso anti-produtivo daqueles que desejam assumir uma vaga como “estatuário”. Se um advogado pretende se tornar juiz ou promotor, a única forma é através de concurso para a escola de magistratura. Esse profissional se formou em direito e tem um objetivo específico.
O que assusta é a quantidade de pessoas formadas nas mais diferentes áreas que pretendem fazer concurso. Quando pergunto para onde, a resposta é sempre a mesma: -Para qualquer lugar. Ou seja, concurso público virou sinônimo de dinheiro certo e pouco trabalho. Claro que também conheço muitos funcionários públicos que trabalham muito.
No caderno Boa Chance, publicado no jornal O Globo no dia 22 de abril, dia em que deveríamos comemorar o descobrimento do Brasil, descobri que as pessoas estão um pouco perdidas. Na capa, o relato de três jovens meninas com os seguintes textos: Qualquer um; Faculdade só depois de virar servidora pública e O segredo está em conhecer bem o edital. Nenhuma delas completou 25 anos. Como essas meninas formaram opinião tão acertada sobre o futuro de suas carreiras? Será que não existe influência dos pais?
No Orkut há várias comunidades sobre concursos, que ultrapassam o número de 6 mil usuários. Encontrei também um blog, Concursolândia, sobre o dia-a-dia de um estudante. Ele diz que há três anos estuda para concursos (vários). Será que vale a pena ficar tanto tempo tentando uma vaga como essa? Será que realmente justifica? E quem está “bancando” essa pessoa? Segundo o relato no blog, ele só estuda. Será que essa é a única opção ou a menos árdua?
Existem livros e cadernos com provas de concursos anteriores sendo vendidos e milhões de cursinhos preparatórios. É a bolha do concurso público. Será que o país tem vaga para todos? Será que a maioria não fica de fora e só um grupo seleto entra, criando com isso uma industria da esperança por dias melhores? Finalmente, será que a segurança do emprego público vai ser para a vida inteira?
Os impostos que pagamos são para manter a máquina pública rodando. Ou seja, quanto mais óleo precisar essa máquina, mais impostos vamos pagar. Até quando o governo vai garantir isso ao povo?
Portanto, cuidado quando for projetar seus próximos 30 anos funcionais. Já vimos, em 12 anos, variadas mudanças nos planos econômicos do país. Quem disse que o próximo presidente, em 2011, não poderá de alguma forma privatizar órgãos públicos? E aí? Vai montar um currículo e enviar para as empresas onde desejaria trabalhar? Tô aqui na torcida … (risos).
O ideal era ter o funcionário público empreendedor, mas, infelizmente, um empreendedor no serviço público provavelmente esbarraria na política interna e na resistência às mudanças. O profissional empreendedor se destaca, pois está sempre melhorando sua produtividade no dia-a-dia e buscando novas idéias e oportunidades de negócios. Esse é um comportamento ativo de um empreendedor.
Não esqueça que o país fica menos produtivo quando trabalhamos menos. Trabalhe com vontade e com muita determinação. Trabalhe como se você fosse o dono da empresa. É uma pena que existam tantos cursinhos preparatórios para concurso e poucas escolas para a formação de empreendedores no país. No Podcrer#06, pelo menos, uma boa notícia. Agora, empreendedorismo vai fazer parte do ensino fundamental. Se você perguntar a um empreendedor onde ele aprendeu, a maioria vai dizer que aprendeu na marra, errando e corrigindo os erros.

Para terminar, sei que os leitores do Webinsider não têm perfil para ser funcionário público, mas você deve conhecer alguém que talvez precise ler esse texto. Encaminhe e faça sua boa ação do dia! [Webinsider]


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Colhi no twitter

@empregonarede Quais são os seus hobbies? Saiba o que os recrutadores avaliam com esta pergunta:

infomoney


SÃO PAULO – Quem já participou de uma entrevista de emprego sabe que não raro são feitas as perguntas: “Quais são os seus hobbies?” ou “O que você gosta de fazer nas horas vagas?”. Nesta hora, apesar da simplicidade da questão, muita gente se atrapalha e fica na dúvida sobre qual a intenção do recrutador ao fazer o questionamento.
De acordo com a gerente de projetos da Foco Talentos, Fábia Cristina Barros, este tipo de pergunta serve para dar evidências comportamentais sobre o candidato, fazendo com que o recrutador saiba como ele funciona socialmente.
Já a consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Cláudia Callé, lembra que o recrutador também pode questionar sobre situações passadas para obter as mesmas informações.
“Para saber mais sobre as características comportamentais do candidato, o recrutador também pode pedir para que ele descreva situações passadas, como por exemplo uma situação em que a pessoa teve de exercer a liderança”, explica Cláudia.
Sinceridade
Independentemente se a pergunta for direta ou não, as duas especialistas lembram que o candidato sempre deve ser sincero nas suas respostas.
“Muita gente tenta adequar as respostas, de acordo com o que elas acreditam que o recrutador queira ouvir. Entretanto, isso é um erro, pois em outras etapas do processo o candidato pode se contradizer e assim irá diminuir suas chances de conquistar a vaga. Além disso, o profissional nunca sabe o que o recrutador está precisando”, diz Fábia.

Abaixo alguns hobbies listados por Fábia e o que eles podem passar para o recrutador.
Futebol: facilidade para trabalhar em equipe e liderança;
Quebra-cabeças: facilidade de concentração e alto poder analítico;
Plantas: sensibilidade, paciência e determinação;
Maratona: determinação, superação e disciplina;
Leitura: alto poder de concentração;
Cinema: alto poder de análise;
Pintura: facilidade de concentração e apego aos detalhes;
Fotografia: sensibilidade e visão analítica.

1 de jul de 2010

Caderno Zê de Cultura

Do site proximoshow.com.br

Peter Frampton confirmou uma turnê de shows no Brasil em setembro. As apresentações acontecerão em Brasília (dia 9), Rio de Janeiro (11), Porto Alegre (14), São Paulo (17) e Belo Horizonte (18)






Sobre Peter Frampton

O cantor e guitarrista inglês começou a carreira ainda na adolescência. Aos 16, ele foi vocalista e guitarrista da banda teen britânica, The Herb. Aos 18 anos, ele co-fundou um dos primeiros grupos de rock, o Humble Pie. Mas foi na década de 70, já em carreira solo, que alcançou sucesso mundial com as músicas “Show Me the Way”, “Baby, I Love Your Way” e “”Breaking All The Rules. Peter Frampton já tocou no Brasil em1978 e 1996.
Próximo Show no Brasil
Frampton, que recentemente ganhou um Grammy por seu álbum instrumental Fingerprints, vai apresentar canções do seu novo álbum, Thank You Mr Churchill, lançado em abril de 2010.

Serviço:
Show Peter Frampton em Brasília
Dia 9 de setembro
Local: Centro de Convencões
Show Rio de Janeiro
Dia 11 de setembro
Onde: HSBC Arena
Show em Porto Alegre
Dia 14 de setembro
Onde: Pepsi On Stage
Show em São Paulo
Dia 17 de setembro
Casa de Shows: Via Funchal
Horário: 22h
Preço dos Ingressos
300,00 Pista Premium (150,00 meia)
140,00 Pista (70,00 meia)
200,00 Mezanino (100,00 meia)
300,00 Camarote (150,00 meia)
Classificação: 12 anos
Show em Belo Horizonte
Dia 18 de setembro
Local: Chevrolet Hall BH

Como manter sua equipe feliz, lições que não é preciso só o RH fazer

Sinceramente, eu queria que meu chefe lesse este artigo.

De acordo com o especialista Christian Barbosa estamos em uma época de similaridade no mercado. A grande parte dos produtos e serviços é semelhante, tal que hoje a qualidade comercial não é tida mais como diferenciação e sim como uma obrigação. Aqueles que não possuírem esta característica sairão do comércio em curto prazo. O fator preço merece um comentário adicional, mas também já não é tão decisivo como foi em outras épocas. “Em um mundo similar e high-tech, o empreendedor precisa estar atento em criar atividades que fazem a verdadeira diferença: uma equipe feliz e de boa vontade para atender seu consumidor. Isso verdadeiramente supera qualquer tipo de processo, certificações de qualidade ou sistemas de informática. Pessoas felizes fazem um atendimento excepcional e criam um time feliz, que por consequência, gera clientes satisfeitos e que voltarão, além de indicar aos amigos. Muitos empreendedores acreditam que pessoas felizes são feitas apenas por salários maiores e isso não é verdade. Dinheiro é importante, mas não é tudo. Existem pequenos “mimos” que custam pouco para a empresa e podem ajudar a criar uma equipe mais satisfeita”. Veja algumas dicas que Barbosa listou:

1. Dia do Aniversário – Experimente dar meio período de bônus para o funcionário que fizer aniversário, assim ele pode curtir esse tempo com a família e fazer coisas importantes no seu dia especial;

2. Dê tempo para eles – Processos, sistemas e metas dependem de pessoas e pessoas dependem de tempo. Invista em treinamentos e softwares de administração de tempo e produtividade, com foco em ajudar pessoas a terem maior equilíbrio na sua vida pessoal e profissional. Os resultados são rapidamente visíveis;

3. Alinhe semanalmente o time nas metas importantes da empresa – Faça com que pequenas atividades ajudem a refletir nos indicadores das metas almejadas pela sua empresa;

4. Faça uma pesquisa de sugestões – Veja como melhorar o clima na empresa. Pequenas ações podem dar excelentes resultados;

5. Recompense e comemore – Não esqueça que pequenas vitórias devem ser recompensadas e comemoradas. Por que só fazemos festa de final de ano? Que tal uma festa por fechar um mês acima da metas? O que faz sua empresa única no mercado? Sua equipe respira e vive esses valores? Da próxima vez que pensar em como melhorar os resultados da empresa, não se esqueça de pensar em como tornar pessoas felizes. Isso deve fazer parte da sua estratégia empreendedora e não apenas do departamento de recursos humanos.

Fonte: Artigo de Christian Barbosa: “Equipe feliz gera resultados”



Dica de Leitura

Em 2007, quando cursava a faculdade de Jornalismo, comprei um livro com o título: Por trás da entrevista de Carla Muhlhaus, (o primeiro u leva trema). Na época li uma ou duas entrevistas e larguei o livro na estante, emprestei para colegas de faculdade que sempre me alertavam sobre a delícia que é o bendito livro, também nem dei importância. Hoje antes de vir pro trabalho, bateu uma vontade de ler algo, como não comprei o Correio Braziliense do dia, olhei na estante e vi o tal livro lá jogado, como estava com vontade de ler, mas sem opção, sem titubear, apanhei o livro empoeirado e comecei a folhear as páginas já arroxeadas do tempo, pois bem, peguei o metrô na estação perto de casa – Estação centro metropolitano - e a primeira entrevista que li foi a entrevista feita com o jornalista e escritor, Joel Silveira, em 24 de março de 2000. Muito legal, o entrevistado dá dicas que todo foca precisa saber sobre a arte de entrevistar, o livro é um laboratório, uma ferramenta imprescindível a todo estudante de jornalismo. Tem 319 páginas e textos de fácil entendimento. Esse eu indico!